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Com ajuda de aparelho, anestesiologistas do Servan, fazem a diferença em cirurgias cardíacas

O aparelho de Ecocardiografia Transesofágica Intraoperatória (ETI), traz muitas facilidades e benefícios às cirurgias

Por Comunicação Servan
17/04/2019 · Institucional

Os médicos anestesiologistas desempenham um papel essencial em qualquer cirurgia ou procedimento, porém, em cirurgias cardíacas este profissional pode ser a chave para o sucesso evitando uma nova intervenção.

Por meio do aparelho de Ecocardiografia Transesofágica Intraoperatória (ETI),  usado durante a cirurgia, o anestesiologista consegue dar informações em tempo real sobre o coração do paciente. “ Não tomamos a decisão pelo cirurgião cardíaco , apenas damos embasamento para que ele possa tomar decisões mais assertivas”, comenta Dr. Gustavo Barone Perez.

O aparelho é utilizado desde o início do procedimento, a partir da introdução de uma sonda esofágica no paciente, e é mantido até o término da operação. Durante este período, imagens são obtidas continuamente e geram informações relevantes sem que haja qualquer interferência na cirurgia.

Conforme explica o Dr Thiago Torminato Moreira, o equipamento pode ser usado em qualquer cirurgia com anestesia geral, porém o foco dos sócios do Servan é a cirurgia cardíaca. “Com o aparelho guiamos o cirurgião, conseguimos dizer se está tudo na posição correta, para poder canular e fazer a circulação extracorpórea. Além disso, fazemos a avaliação sistólica do coração, se ele está bombeando bem ou não”, comenta.

A presença do aparelho nas cirurgias, pode garantir, também, menos preocupação para os familiares e ao paciente. Isto se deve a duas facilidades adquiridas pelo uso do eco; a primeira é que com a avaliação em tempo real, a cirurgia tem chances menores de gerar outro procedimento.
O outro benefício,  é o tempo que o paciente fica na UTI, que reduz drasticamente, gerando menos ansiedade e economia “ Tenho pacientes que conseguiram sair acordados da sala de cirurgia”, comenta Dr. Barone.

O conhecimento sobre a prática é relativamente recente e o grupo cada vez se especializa mais. No ano passado,  Dra. Marina Munhoz, Dr Barone e Dr Moreira foram ao Hospital Groote Schur , na África do Sul  e aprofundaram os conhecimentos. Hoje, eles são os únicos que realizam o procedimento aqui, em Campo Grande.

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