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ANESTESIAS

1. SEDAÇÃO

 

A sedação habitualmente faz parte de todos os tipos de procedimentos, pode variar de leve a profunda, dependendo da necessidade e condição clínica do paciente.

 

 

2. ANESTESIA LOCAL

 

Baseia-se na infiltração de anestésicos locais nas proximidades da área a ser operada, usualmente empregada em cirurgias de superfície de pequeno porte. Auxilia no tratamento da dor pós-operatória quando utilizada sozinha ou em associação com outras técnicas anestésicas.

 

 

3. ANESTESIA REGIONAL

 

3.1 - Bloqueios Regionais

 

A abordagem dos nervos periféricos através do uso do neuroestimulador (equipamento que permite a identificação do nervo) e/ou ultrassom, possibilita a realização de cirurgia em diversas situações, onde o anestésico local é injetado próximo ao nervo que conduz o estímulo doloroso, podendo a anestesia ser regional ou combinada com a anestesia geral.

A ultrassonografia possibilita a realização de bloqueio periféricos e acesso venoso profundo com maior segurança e precisão. O Servan possui uma equipe habilitada para a utilização do ultrassom nestas situações.

 

 

3.2 - Raquianestesia

 

A raquianestesia (intra-tecal ou subaracnoídea) se baseia na administração de anestésico local diretamente no líquor. Suas principais vantagens são início rápido de ação (curta latência, boa intensidade de bloqueio sensitivo e motor e possibilidade de analgesia pós-operatória prolongada). Como eventos adversos mais frequentes temos a ocorrência de cefaléia pós-raquianestesia, que acontece de 1 a 3% dos casos.

 

 

3.3 - Epidural

 

Também chamada anestesia peridural, baseia-se na aplicação de anestésico em um espaço virtual entre o ligamento amarelo e a dura-máter. As principais vantagens são a menor incidência de cefaléia quando comparado à raquianestesia, possibilidade de realização de bloqueios mais restritos à faixas de dermátomos e maior facilidade de realização de técnicas com utilização de catéteres (contínua). Como desvantagens temos uma latência (tempo para iniciar ação) maior, uma menor intensidade de bloqueio sensitivo e motor e a maior possibilidade de toxicidade por anestésico local já que são utilizados volumes cerca de dez vezes maiores que os utilizados em anestesia subaracnóidea (raquidiana).

 

 

3.4 - Caudal

 

Semelhante à anestesia peridural, realizada por punção do Hiato Sacral, podendo ser uma alternativa ao bloqueio epidural para procedimentos cirúrgicos e obstétricos das regiões perineal e anorretal. Comum em anestesia pediátrica.

 

 

4. ANESTESIA GERAL

 

A anestesia geral promove a perda da consciência, ausência de resposta a estímulos dolorosos, relaxamento muscular e, com frequência, interferência na frequência respiratória, pressão arterial e frequência cardíaca, que devem sofrer ações do anestesiologistas para manter sua estabilidade.

É administrada através de agentes venosos e/ou inalatórios, durante todo o procedimento cirúrgico e interrompida após o término do mesmo. O despertar habitualmente ocorre lenta e progressivamente após alguns minutos.

Apesar do desenvolvimento de novas drogas e novas tecnologias de monitorização, eventos adversos podem ocorrer: náuseas, vômitos, tremores, dor de garganta, confusão mental, alteração de memória, etc.

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